Competição reuniu 12 equipes da categoria 40+ no bairro Anjo da Guarda e consagrou o time Argentinos como campeão

O deputado estadual Davi Brandão (PSB/MA) participou, na última sexta-feira (13 de março), da final da Copa Davi Brandão de Futsal, realizada no bairro Anjo da Guarda, em São Luís.

A decisão do campeonato foi disputada entre as equipes Argentinos e Amigos, reunindo atletas, torcedores e apaixonados pelo esporte. A competição contou com a participação de 12 equipes, formadas por atletas da categoria 40+, reforçando o incentivo ao esporte também entre jogadores experientes que seguem ativos nas quadras.

Na grande final, o time Argentinos conquistou o título ao vencer a equipe Amigos pelo placar de 5 a 0, em uma partida marcada pela intensidade e pelo espírito esportivo.

Durante a cerimônia de encerramento, o deputado Davi Brandão parabenizou os campeões e destacou o desempenho de todos os atletas que participaram do campeonato.

“Parabenizo o time Argentinos pela grande vitória e também todos os atletas que fizeram dessa competição um verdadeiro sucesso, com garra, talento e amor pelo esporte”, afirmou o parlamentar.

A realização da Copa contou com a parceria do líder esportivo Oziel Penha, que colaborou na organização da competição e no fortalecimento do esporte na capital maranhense.

Davi Brandão agradeceu o apoio do parceiro na realização do evento.
“O esporte transforma, aproxima as pessoas e deixa boas histórias. Incentivar o esporte e apoiar nossos atletas é um compromisso do nosso mandato. Fico muito feliz de ver mais uma edição da nossa copa acontecendo e sendo tão bem recebida aqui em São Luís”, destacou.

Para Oziel Penha, a parceria com o parlamentar representa um importante incentivo para o esporte no estado. “O deputado Davi Brandão é um grande parceiro do esporte no Maranhão. Fiquei muito feliz com essa parceria para trazer a Copa Davi Brandão de Futsal para São Luís e proporcionar esse momento de integração e valorização dos nossos atletas”, afirmou.

Deputado que investe no esporte 

Conhecido por incentivar o esporte em diversas regiões do Maranhão, Davi Brandão já promoveu campeonatos de futebol e futsal em municípios do interior do estado, fortalecendo o esporte como ferramenta de integração social e incentivo à prática esportiva.

A realização da Copa Davi Brandão de Futsal em São Luís marcou mais um passo na ampliação dessas iniciativas, levando o campeonato também para a capital e reafirmando o compromisso do parlamentar com o desenvolvimento do esporte e a valorização dos atletas maranhenses.


Uma das presenças que mais chamou atenção no lançamento da pré-candidatura de Orleans Brandão ao Governo do Maranhão foi a comitiva liderada pela pré-candidata a deputada estadual Bruna Pessoa.

O grupo esteve entre os mais numerosos do evento realizado neste sábado (14), no Multicenter Sebrae, São Luís, levando bandeiras, animação e uma forte demonstração de apoio político.

Organizada e bastante participativa, a comitiva evidenciou a capacidade de mobilização de Bruna Pessoa e do grupo político que ela representa na região, reforçando sua presença no cenário estadual.

O evento reuniu diversas lideranças políticas, entre elas o governador Carlos Brandão, além de prefeitos, parlamentares e representantes de partidos aliados.

A expressiva participação do grupo reforçou o clima de mobilização em torno do projeto político que vem sendo construído para as próximas eleições estaduais.

Neste sábado, 14, o lançamento da pré-candidatura de Orleans Brandão reuniu lideranças políticas de várias regiões do estado em São Luís e marcou o início público da articulação em torno do nome do emedebista

Uma tarde / noite de tirar o fôlego, literalmente falando; porque o que deu de gente no espaço interno do Multicenter Sebrae, para o evento de pré candidatura de Orleans Brandão ao governo do Maranhão, não está escrito no gibi. O ato político, realizado em São Luís, reuniu lideranças de diversas regiões do estado e marcou a largada do projeto do emedebista na corrida eleitoral.

Lideranças de 11 partidos também marcaram presença no encontro — entre eles Partido Democrático Trabalhista, Partido da Renovação Democrática, União Brasil, Republicanos, Progressistas, Cidadania, Avante, Podemos, Partido Verde e Solidariedade — além de 182 prefeitos de diferentes municípios maranhenses. A presença expressiva de gestores municipais e dirigentes partidários evidenciou a tentativa de consolidar uma base política ampla, voltada à articulação de alianças e ao debate de propostas para o desenvolvimento do Maranhão.

Com o lema “Por Todo o Maranhão”, o encontro evidenciou a mobilização política que vem se formando em torno da pré-candidatura de Orleans Brandão. O ato reuniu um grande público e teve clima de entusiasmo, com a participação de milhares de pessoas vindas de diferentes regiões do estado.

Entre os presentes, filiados partidários, dirigentes municipais, prefeitos, deputados, vereadores, lideranças comunitárias e apoiadores em geral. A diversidade de representações políticas e sociais reforçou o movimento de articulação que busca ampliar a base de apoio ao projeto do emedebista para o Governo do Maranhão.

“Tenho dedicado a minha vida a rodar o Maranhão e a cuidar dos maranhenses. Meu nome é Orleans Brandão e podem espalhar aos quatro cantos do estado que o futuro chegou. E avisem em cada cidade, em cada bairro e em cada comunidade do Maranhão que o novo tempo chegou e vamos seguir em frente pelos trabalhadores, pelos municípios e por todo o Maranhão”, conclamou o pré candidato ao governo do Maranhão, Orleans Brandão.

Ao final de sua fala, o pré-candidato fez um apelo para que lideranças políticas e a população caminhem lado a lado na construção de um Maranhão com mais oportunidades e justiça social. Orleans Brandão destacou que esses princípios têm orientado sua atuação à frente da Secretaria de Assuntos Municipalistas do Maranhão, cargo em que vem intensificando o diálogo com as prefeituras, fortalecendo parcerias institucionais e apoiando iniciativas voltadas ao desenvolvimento dos municípios e à melhoria das condições de vida da população em diferentes regiões do estado.

“Eu saio daqui com o coração cheio de gratidão, muito feliz, muito entusiasmado para seguir esse trabalho. Temos um grande líder e um grande grupo que em todo o estado do Maranhão está transformando vidas. 
Eu tenho andado esse estado. Tenho me dedicado, todos os dias, a fazer o meu trabalho e tá aqui o reconhecimento. Mais de 30 mil pessoas aqui; gente de todo o estado do Maranhão. Muito feliz por esse momento na certeza de que muito já foi feito, mas tem muito mais para fazer porque o futuro é muito promissor”, declarou Orleans.

Criança não cria vínculo por decisão judicial

Para começar esse texto, primeiro, gostaria de explicar o porquê do título e o que eu realmente gostaria de dizer com ele.

Quando eu digo que é “humilhante” quando homens / pais, precisam do Judiciário para lhes ensinar o que deveria nascer na própria responsabilidade, maturidade, caráter, amor e afeto, eu não quis dizer que é a Justiça ou o tribunal – nesse caso -, que humilha. Mas, sim, é uma ironia moral; a situação constrangedora de uma pessoa “se prestar” a situação vexatória de expor publicamente a própria incapacidade de exercer algo, de forma natural e livre, como a paternidade.

Qualquer homem pode ter o título de genitor. Pai não! Paternidade, na prática, no cuidado, na rotina, na responsabilidade, não deveria depender de mediação judicial e muito menos de uma obrigação mínima. A convivência apenas 2 vezes por mês, a cada 15 dias. Isso é paternidade ou turismo?

Porém, o que mais vemos são homens se digladiando, esperneando, se expondo ao ridículo para a justiça lhes conceder esse “mínimo”. Afinal, no fundo, é isso mesmo que querem; camuflar para si mesmos que estão sendo pais, que muito antes disso não existiu um abandono em todos os sentidos. É um tipo de desencargo de consciência. Quando alguém precisa de decisão, regra ou ordem para cumprir o mínimo de convivência, isso revela um vazio de iniciativa pessoal.

Sentença organiza, mas não cria relação!

O que mais eu tenho lido, visto e sabido são jurisprudências de muitas varas de família do Brasil onde tem crescido algo silencioso e, eu diria, até, triste: a guerra de judicialização daquilo que deveria nascer espontaneamente — o vínculo entre pais e filhos.

Cada vez mais, mães sobrecarregaras e crianças – de quebra -, são arrastadas para disputas intermináveis, onde processos, petições e recursos parecem substituir aquilo que deveria ser simples. Gente, eu disse SIMPLES: comunicação, maturidade, presença, cuidado e responsabilidade afetiva.

Não é raro, nem um pouco, encontrar casos em que um genitor transforma o Judiciário em palco permanente de conflito. Protocolos sucessivos, recursos em sequência, acusações, tentativas de desqualificação da mãe e uma litigância que parece não ter fim. A criança, que deveria ser o centro da preocupação, acaba se tornando apenas pano de fundo de uma disputa de ego, egoísmo e vaidade. É como se fosse uma briga de braço, onde o ser quer provar sua “masculinidade” por meio da força, de intimações e do “eu preciso vencer”. Eu já vi todo tipo de imaturidade, criancice, meninice, mas, essa, tem me assustado.

Em muitos desses casos, a estratégia é previsível. Quando não conseguem ter constância, responsabilidade, amor na prática, divisão da rotina sobrecarregada, alguns homens que se acham pais recorrem a outra ferramenta: o desgaste judicial. Precisam “se” provar de alguma forma que sim, são “homens”, são pais de verdade.

Há também um padrão que está virando moda e que o Judiciário precisa estar atento e com o olhar mais sensível e atualizado nesse tipo de disputa: a tentativa de desqualificar a mãe. Não se ataca apenas a situação concreta — ataca-se a doação e capacidade materna. Agora virou moda criar a narrativa de que a mãe é a “dificultadora”, “controladora” ou “alienadora”, ainda que seja justamente somente ela que, na prática, esteja sustentando sozinha a rotina, as finanças e os cuidados da criança. Isso já é manobra antiga: quando não se consegue provar presença, tenta-se provar culpa no outro. É projetar no outro tudo o que esse pai, no fundo, sabe de si mesmo.

Só que o grande problema é que no meio dessa perseguição processual, existe uma criança. E criança não cria vínculo por decisão judicial.

A Justiça pode determinar dias de visita, horários, regras de convivência, períodos de férias, chamadas de vídeo, transporte, entrega e devolução. Pode regular quase tudo; mas há algo que nenhuma sentença é capaz de impor: a doação, na prática, de ser pai. Muitos destes pais “berram” que pai e mãe têm direitos iguais, só que no dia a dia o que se vê é o vazio, o hiato dessa entrega e responsabilidade genuína.

Nenhum tribunal vai conseguir gerar na mente de um adulto infantilizado e egoísta que afeto não nasce em despacho. Que o dia a dia, as fases, as primeiras palavras, os beijinhos espontâneos, o pedido de abraços, os primeiros passinhos, não podem ser produzidos em acórdão. Vínculo não se constrói por obrigação.

Até numa calçada, sentados, um pai e um filho podem estar juntos, sendo aquele momento eternizado, mais do que um final de semana imposto e com hora para acabar. Cheio de regras.

Como um pai busca ferozmente e incansavelmente isso na justiça, podendo usar todo esse tempo e disponibilidade para simplesmente amar, participar, brincar de se sujar, acompanhar as fases, os dias, as novidades de crescimento? Como um pai luta por tão pouco e ao conseguir apenas uma liminar que estabelece o mínimo, com regras, se sente tão vitorioso?

Como um pai que poderia exercer a paternidade livremente, opta por fazê-la com horários marcados e com um manual de regras a cumprir? Estranho, viu?

E, assim, vai se criando um modelo assustador de parentalidade: uma paternidade burocratizada e imposta por um tribunal.

O pai não se aproxima porque sente falta ou deseja estar presente. Ele aparece porque “é o dia dele”.

Ele não telefona para saber como está sendo o dia da criança, como ela está ou se ela está precisando de alguma coisa. Ele telefona para dizer que está na porta, para cumprir o que está escrito na sentença.

Podem apostar. Esse tipo de vínculo não  sobrevive fora das páginas do processo. E, ainda bem que filhos crescem e vão percebendo os ruídos ao seu redor; vão aprendendo o que é obrigação e prioridade e vão percebendo em qual destes locais estão inseridos.

Percebem quem sempre esteve ali, por cuidado, por entrega, doação, por amor, ou quem esteve somente em nome de “meu direito” ou para cumprir tabela.

Quando alguém precisa que um juiz lhe diga como estar presente na vida de um filho, o problema realmente é jurídico? Porque, no fundo, o que nenhuma decisão judicial consegue fabricar é aquilo que deveria vir antes de qualquer processo: a vontade verdadeira de ser presente. E isso não nasce em despacho.

Esse foi o vídeo gravado pelo secretário de Segurança do Estado do Maranhão, Maurício Martins, acusado de assédio por delegada da Polícia Civil, Viviane Fontenelle.

O caso envolvendo o secretário e a delegada de polícia ganhou repercussão nos últimos dias, quando a delegada diz que a informação de que foi, por diversas vezes,  assediada pelo secretário de estado, “vazou”.

Diante da gravidade da situação, o governador do estado, Carlos Brandão anunciou o afastamento de Maurício Martins, na noite desta quarta-feira, 11, “para que a denúncia da delegada Viviane Fontenelle, seja apurada com isenção”, disse a publicação.

Entenda o caso

O governador do Maranhão, Carlos Brandão, determinou o afastamento do secretário de Segurança Pública, Maurício Ribeiro Martins, após vir à tona uma denúncia de assédio feita pela delegada da Polícia Civil Viviane Fontenelle. Segundo o relato formalizado pela delegada, episódios considerados constrangedores teriam ocorrido durante reuniões institucionais dentro da própria Secretaria de Segurança. Diante da repercussão do caso, o governo estadual anunciou o afastamento do secretário para que a denúncia seja apurada com isenção dos fatos.

Enquanto as investigações seguem, o comando da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão passou a ser exercido interinamente pelo delegado-geral Manoel Almeida.

A norma altera a Lei Maria da Penha e permite que a Justiça determine o monitoramento eletrônico de agressores, principalmente em casos em que já existem medidas protetivas concedidas à vítima.

Para os “amostradinhos” que só se sentem “homens” quando agridem, ameaçam, humilham ou achincalham mulheres, aqui vai um belo presente de ouro: tornozeleira eletrônica.

Não, não é que sejam homens, porque não são. Homem não precisa de plateia para impor medo, nem de gritos para provar autoridade. Quem faz disso um espetáculo revela apenas o que realmente é: covardia travestida de valentia.

Durante muito tempo, muitos desses sujeitos se acostumaram a um roteiro previsível. Primeiro vêm as ofensas, depois as ameaças veladas, a tentativa de desestabilizar, de diminuir, de controlar. Tudo isso embalado naquele velho discurso de superioridade que só existe dentro da própria cabeça de quem o profere.

Mas os tempos — ainda que lentamente — começam a mudar.

A Lei nº 15.125/2025, que altera a Lei Maria da Penha, reforça o cumprimento das medidas protetivas ao permitir que agressores sejam monitorados por tornozeleira eletrônica. Na prática, significa que aquele “valentão” que gosta de testar limites pode passar a ter um lembrete permanente de que a Justiça existe — e de que ordem judicial não é sugestão.

Porque durante anos muitas mulheres ouviram a mesma frase: “qualquer coisa, denuncie”. Denunciaram. Conseguiram medida protetiva. E mesmo assim continuaram convivendo com o medo de que o agressor simplesmente resolvesse ignorar a decisão judicial. A tornozeleira muda um pouco esse jogo.

Agora, aproximar-se indevidamente pode deixar de ser apenas um risco invisível para se tornar um descumprimento monitorado. Um registro. Um alerta. Um passo a mais para que a proteção saia do papel e se aproxime da realidade.

Claro que nenhuma lei resolve, sozinha, o problema da violência contra a mulher. Violência nasce de uma cultura de controle, de machismo e de impunidade que ainda persiste em muitos espaços.

Mas toda vez que a lei cria mecanismos mais firmes de fiscalização, ela envia também um recado: o tempo da intimidação silenciosa começa a perder terreno.

E para aqueles que insistem em confundir agressividade com masculinidade, talvez seja mesmo útil carregar no tornozelo um pequeno lembrete tecnológico de que limites existem — e que, desta vez, alguém está observando.

Carregando, aguarde!
  • Mônica

    Mônica Alves

    O blog Mônica Alves é um veículo de comunicação virtual, que vai informar, sugerir e analisar assuntos políticos, bastidores e comportamentos variados do estado do Maranhão e do Brasil.

    Ao criar essa página, quero contribuir e levantar questionamentos subjetivos dos mais simples aos que ganham grandes espaços de notoriedade, além de dar espaço à boas histórias, com personagens e lugares que serão (re) descobertos por meio de relatos em viagens, festividades culturais e visitas etnográficas, mas que nem sempre têm a oportunidade do destaque merecido.